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Solo do Rio Grande do Sul
O solo gaúcho é relativamente fértil. Há problemas de acidez em certas regiões, embora facilmente corrigíveis. O Sudeste ou o escudo rio-grandense é constituído por solos arqueanos muito antigos. Nesta parte do estado, localizam-se as minas de cobre, estanho, ferro, chumbo e ouro, nos municípios de Camaquã, Caçapava e Lavras do Sul. As jazidas de carvão localizam-se nos municípios de São Gerônimo, Bagé, Caçapava e Gravataí. Para calagem do solo e para a fabricação de cimento e cal, existem abundantes jazidas de calcário nos municípios de Arroio Grande, São Gabriel, Cachoeira do Sul, Rio do Pardo e outros.
No norte do estado existem algumas fontes de água mineral, bem como pedras semi-preciosas. Na fronteira uruguaia, os solos são resultantes do derrame basáltico, apresentando, por isso, maior fertilidade. Por isso os municípios de Bagé, Uruguaiana, Quaraí, Alegrete, Santana do Livramento, além de contarem com ótimas pastagens nativas, prestam-se também à cultura do trigo e de outros cereais.
A planície costeira do estado, que se estende por 622 quilômetros, é toda arenosa e baixa, apresentando o fenômeno das dunas em cômoros, que chegam a atingir mais de vinte metros de altura, dando um aspecto peculiar à paisagem.
As areias do litoral, próximas ao mar, endurecidas pelas umidade das ondas do mar, permitem o tráfego de veículos. Entretanto, o uso desta estrada natural é muito perigoso, podendo ocasionar acidentes.
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